Roda de leitura: construindo saberes
Sáb, 10 de Dezembro de 2011 16:00

Fátima Gonçalves Borges[1]

 

RESUMO: Este trabalho visa apresentar o projeto “Roda de Leitura”, desenvolvido na Escola Estadual “12 de Outubro”, Mirassol D`Oeste –MT,  que fez da leitura um instrumento de transformação  social. A proposta do “Roda de Leitura” foi contribuir para que os alunos se tornassem pesquisadores do seu próprio aprendizado. Para isso, foi dado a cada um deles o direito de escolha do livro, transformando a leitura em um processo democrático (BRAIT, 2005). O Roda de Leitura criou condições para a prática diária da leitura, com textos que permearam por diferentes gêneros discursivos (BAKHTIN, 1988), os quais possibilitam a ampliação da aprendizagem. Neste contexto, foi possível ampliar algumas discussões sobre a prática de letramento (ROJO, 2006), possibilitando uma relação dialógica entre os conhecimentos teóricos e o conhecimento de mundo trazido pelos educandos, saberes construídos pelas práticas sociais.

 

PALAVRAS – CHAVE: Leitura. Conhecimento. Letramento.

 

1 CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES

Esta abordagem visa apresentar o projeto - Roda de Leitura – que vem sendo desenvolvido a partir do ano de 2004, na tentativa de minimizar algumas das dificuldades dos educandos da Escola Estadual “12 de outubro”, município de Mirassol D’oeste, a respeito da leitura e da interpretação de textos, bem como salientar a produção escrita no âmbito da sala de aula. Assim, sabendo que o desenvolvimento da leitura e da escrita são processos concomitantes, foi criado o projeto citado, inicialmente desenvolvido somente com os alunos da 1ª Fase do 3º Ciclo - matutino. Porém, a partir do resultado satisfatório, no ano seguinte, o projeto foi estendido em todas as salas do ensino Fundamental.

O projeto teve como objetivo oportunizar o contato do aluno com diferentes livros, tipos e gêneros discursivos, ampliando o repertório de atividades, reelaborando práticas e, consequentemente, despertando o interesse pela leitura, levando tanto o educando quanto o educador  a compreender o ensino da Leitura e da Escrita para além da decodificação, como processos indispensáveis à aprendizagem. Além disso, as abordagens teóricas realizadas para a aplicabilidade do projeto nos possibilitaram compreender os saberes que envolvem as práticas de alfabetização e letramento.

Segundo Magda Becker Soares ( 2003), Letrar é mais que alfabetizar, é ensinar a ler e escrever dentro de um contexto onde a escrita e a leitura tenham sentido e façam parte da vida do aluno. Desta forma, o projeto surgiu da necessidade de formar alunos leitores para auxiliar na construção de todas as áreas do conhecimento, despertando os educandos para ser leitores a partir da alfabetização, desta forma  eles serão letrados

A autora explica que ao olharmos historicamente para as últimas décadas, poderemos perceber a diferença entre os dois termos,  alfabetização, é entendida como uma forma restrita de aprendizagem do sistema da escrita, decodificação. Já  letrar é mais que ler e escrever, é ir além da alfabetização funcional. É com este olhar que o projeto – Roda de leitura - buscou compreender e desenvolver algumas das práticas de letramento no cerne da unidade escolar.

Buscando alcançar os objetivos do projeto foram traçadas algumas estratégias de ensino, construindo o hábito da leitura individual, silenciosa para, posteriormente, dialogar coletivamente sobre as prováveis interpretações. Com essa metodologia foi possível ampliar os conhecimentos acerca de gêneros textuais diferenciados, utilizando-os como critérios na escolha feita pelos alunos dos livros a serem lidos, pois percebemos que tem educando que gosta de ler poesia, outro conto, outro fábula e assim, por meio dos debates enriquecem  as possibilidades de conhecimentos e interpretações.

 

 

2 RODA DE LEITURA – A CONSTRUÇÃO DE SABERES EDUCATIVOS

O projeto - Roda de Leitura – buscou ampliar as discussões sobre as práticas de letramento, com o desenvolvimento de dinâmicas diferenciadas tendo como finalidade fazer o aluno aprender a fazer uso das diversas linguagens, seja a escrita, audiovisual, oral, gestual, imagética, entre outras.

Segundo Soares (2003) o letramento compreende tanto a apropriação das técnicas utilizadas na alfabetização quanto o prazer de ler, de estar em convívio, ter o hábito de utilização da leitura e da escrita, seja na sala de aula, na escola, em casa, ou na sociedade. Esta habilidade de compreender e estabelecer relações, nos permitem dizer que os educandos estão inseridos em práticas de letramento, sendo condutores de seu próprio conhecimento.

Desta forma, o projeto foi executado seguindo as seguintes etapas:

  • Apresentar o projeto aos alunos, levando os a biblioteca para conhecer a diversidade de temas para posteriormente escolher o livro, o qual vai ser utilizado na roda;

 

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  • Fazer uma sondagem do saber empírico do aluno a respeito da temática, o educador deverá incentivar  a participação do mesmo. Posteriormente a esta discussão, o professor deverá deixar o aluno entrar em contato com o livro, imagens para depois contar a história.

 

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  • A cada encontro realizado para a troca do livro escolher um livro/texto para fazer a pré-leitura, essa deverá acontecer a partir do título do livro/texto, conscientizando-os dessa importância.
  • Desenvolver estratégias utilizando de jogos e artes; leitura de imagem, brincadeiras, palestras, música e expressão corporal, buscando firmar sempre a  identidade da criança no espaço escolar, familiar e social. Mostrando a importância da leitura consciente e refletida;

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  • Incentivar  a participação do aluno a  entrar em contato com os textos, deixando a imaginação fluir de maneira natural.

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  • O trabalho final é apresentado a toda comunidade escolar, ele deverá acontecer de acordo com o trabalho desenvolvida por cada professor, teatro, portfólio, produção de livro, nessa produção, eles se eternalizaram como escritores, pois se permitiram conhecer  e entortar letras, palavras e textos “para deixar de piruá pelo mundo sem nunca explodir”, como afirma a frase de Rubem Braga (2008).

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Carneiro (2001:9) afirma que:

Todos, escritores, ou não, são unânimes em apontar as dificuldades da tarefa de escrever. Muitos a consideram um aprendizado demorado, dispendioso e pouco eficiente, já que são poucos os que chegam a redigir textos de forma adequada. Outros afirmam que escrever é lutar inutilmente contra as palavras, pois parecem nunca atingir plenamente os objetivos pretendidos. Além do mais, no nosso cotidiano, a língua falada parece ocupar um espaço de maior prestígio – jornais falados, mensagens gravadas em fitas, telefonemas, etc. substituem tradicionais meios de comunicação que utilizam a língua escrita.

Diante dessa ideologia, a escola se sente impossibilitada para agir e reverter o quadro, porém, é preciso atitude para transformar o ensino, pois parte do pressuposto que para escrever bem é preciso ler bem, dinâmica que demorou a vigorar, pois a educação sempre priorizou a escrita em detrimento de outras linguagens, a qual é  mais uma preocupação do projeto que prioriza ao aluno estar em  contato, diariamente, com a linguagem, falando e ouvindo, lendo e escrevendo, como mostra as imagens a cima, só assim, eles  conheceram melhor a nossa língua, a língua com a qual pensamos e com a qual nos comunicamos, assim, eles vão entender  melhor as pessoas e o mundo em que vivem, as produções textuais, as diferenças e as semelhanças entre os gêneros e função de cada texto. Para que continue realizando outras importantes conquistas pessoais por meio da leitura e da escrita

Para Tannen (1983), as diferenças formais entre os gêneros textuais se dão em função do próprio gênero e do registro lingüístico, e não em função da modalidade.  Já, para  Marcuschi (2001)  são os gêneros que distinguem e correlacionam os textos de cada modalidade de uso da língua, considerando aspectos tais como, as estratégias de formulação, a seleção lexical, o estilo, o grau de formalidade etc.

Para minimizar os obstáculos à compreensão, realizamos no projeto  trabalhos que envolveram estratégias diferenciadas, com gêneros discursivos que envolveram: dramatizações, ilustrações, leitura silenciosa, debates, confecção de cartazes, entre outras.

 

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Fotos: Fatima Borges

 

A metodologia primou por fazer a roda girar e todos participarem  das produções de maneira dinâmica, fazendo fluir uma leitura atraente em todos os espaços da unidade escolar, apresentando textos diversificados para não deixar oportunidade para o aluno não querer ler, interpretar e recriar textos durante o ano letivo. A provocação era participar e aprender divertindo.

Segundo Gadotti (2000, p. 36), a leitura e a escrita são instrumentos básicos para o ingresso e a participação na sociedade em que vivemos. Instrumentos esses necessários para a compreensão e a realização da comunicação do ser humano na sociedade contemporânea. Para tanto, é preciso rever metodologias e enfrentar a nossa própria história, aceitando os erros e o novo sem preconceitos, porém, não abandonando os acertos e as conquistas.

O  projeto buscou ampliar o domínio da leitura, levando o aluno não só a ler bem como também buscar  a aquisição de instrumentos ligados à vida cultural do leitor que pode ser um livro ou um texto, material para sanar dificuldades, aprender a aceitar as diferenças e conhecer a história. -se que, depois dos primeiros anos de educação básica, grande parte da atividade escolar baseia-se na leitura como meio de estudo. Ou seja, a formação escolar subordinada à leitura.

Ferreiro e Teberosky (1986, p. 8-12.), que desenvolveram pesquisas  sobre a história da escrita, afirmaram que, para construir a escrita e consequentemente a leitura o indivíduo passa  por níveis de aprendizados  diferentes, essas transformações acontecem ao longo da vida dos indivíduos. Isso demonstra que ensinar a ler e a escrever com competência não é tarefa fácil, pois não se resume  a um simples amontoado de palavras.

Deve-se informar o aluno que  escrever bem  implica ter ciência da lógica de organização do pensamento, competência adquirida por meio da leitura, para, posteriormente, ser registrado no  papel ou na tela do computador, expressões marcadas pela unidade, pela coesão, pela coerência, pela clareza, pela ênfase.

Ainda a este respeito, Moacir Gadotti enfatiza que:

O ato de ler é incompleto sem o ato de escrever. Um não pode existir sem o outro. Ler e escrever não apenas palavras, mas ler e escrever a vida, a história. Numa sociedade de privilegiados, a leitura e a escrita são um privilégio. Ensinar o trabalhador apenas a escrever o nome ou assiná-lo na carteira profissional, ensiná-lo a ler alguns letreiros na fábrica como perigo, atenção, cuidado, para que ele não provoque algum acidente e ponha em risco o capital do patrão não é suficiente... Não basta ler a realidade. É preciso escrevê-la (GADOTTI, apud. VARGAS, 2000).

Portanto, é possível compreender que ser alfabetizado, saber ler e escrever, tem se revelado condição insuficiente para responder adequadamente às demandas da sociedade. Por determinado tempo, a educação achava que apenas ao ensinar ler e escrever a escola estava difundindo um ensino de qualidade, no entanto, atualmente, este saber já não é suficiente para responder as incitações da sociedade moderna,

Segundo  Beisiegel (2005, p. 121), a democratização do ensino, na perspectiva apontada  impele a qualidade devido ao rendimento precário da  escola, este  é um dado da  realidade nacional. Portanto, enquanto que no passado o sistema de ensino atendia a poucos e rendia mais, qualitativamente, a abertura da escola para as camadas mais pobres da população a fez crescer em número de vagas, mas a fez também perder, guardadas as devidas proporções, a qualidade do ensino ministrado. Segundo o autor, houve uma transformação drástica no modo de ensinar a  ler e escrever

Alguns teóricos, vêm contribuir com a ideologia da  literatura de Beisiegel,  como Souza, 1997; Bruno, 1996; Oliveira, 1996 apud Chirinéa e Barreiro (2005).  Afirmam que:

“A busca da qualificação da escola está ligada à reestruturação capitalista e a lógica da produtividade, uma vez que, numa sociedade globalizada e tecnológica, o foco do processo produtivo passa a ser o intelecto e não a força. Neste sentido, é preciso investir na qualificação do sistema de ensino, a fim de formar cidadãos capacitados para atender as necessidades emanadas pelo mercado.

Segundo a ideologia colocada pelos teóricos houve uma transformação  no modo de ensinar a saber ler e escrever, complementos importante para a formação intelectual do indivíduo. Ler e escrever, na contemporaneidade,  tomou uma forma mecânica que não garante o entendimento pleno com os diferentes tipos de textos que circulam na sociedade.

É preciso ser capaz de não apenas decodificar sons e letras, mas entender os significados e usos das palavras em diferentes contextos. Esse é o papel que o projeto roda  de leitura buscou resgatar, um papel desenvolvido com eficiência, pois colocou a escola em 3º lugar no Estado do Mato Grosso.

A esse respeito Bakhtin (1988) explicita que:

“A visão de uma linguagem única é fruto de uma expressão teórica dos processos históricos da unificação e da centralização lingüística, onde a cada momento da vida social, a língua única é estabelecida e se opõe ao discurso diversificado, ou seja, [...] no interior de cada língua nacional, há uma estratificação interna em dialetos sociais, maneirismos de grupos, jargões profissionais, linguagens de gêneros, fala das gerações, das idades, das tendências, das autoridades, dos círculos e das modas passageiras, das linguagens de certos dias, de certas horas”.

Assim, na tentativa de compreender os processos de leitura e de escrita no âmbito pedagógico foi que resolvemos elaborar um projeto que tivesse estratégias de leitura provocadoras, que fizesse o educando/educador a praticar a leitura para aprender, inicialmente, a gostar de ler, posteriormente, entender o implícito e o explícito, inferir, comentar, debater conscientemente, avaliar, apreciar a escrita e defender seus pontos de vista.

Na entrevista feita com Magda Soares pelo Jornal do Brasil (2000), ela declara que: "Se uma criança sabe ler, mas não é capaz de ler um livro, uma revista, um jornal, se sabe escrever palavras e frases, mas não é capaz de escrever uma carta, é alfabetizada, mas não é letrada".
É esse o caminho que o Roda de Leitura propôs trilhar, com metodologias que instigasse tanto o educando quanto o educador ao exercício da pesquisa, tornando artífices dos  seus aprendizados.

Os resultados obtidos com o desenvolvimento do projeto foram satisfatórios, os alunos aprenderam a ser condutores do seu conhecimento, construíram saberes estabeleceram relações com as páginas dos livros, com as pesquisas nos meios de comunicação, ouvindo casos.  Enfim, o conhecimento de mundo foi, em inúmeras vezes, interligado ao saber da sala de aula materializando as práticas de letramento, que  muitas vezes, não ultrapassam os debates acadêmicos e as páginas dos livros.

 

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Na extensa busca de correlacionar a leitura à escrita, é que o projeto roda de leitura foi desenvolvido, a fim de despertar o interesse pela aprender, pois, esta prática faz o aluno buscar na essência do conhecimento a propulsão para compreender as práticas sociais. A relação entre o seu conhecimento de mundo aos saberes aprendidos da sala de aula contribui para fortalecer a sua identidade.

Estas proposições provocam os educandos a ousarem a contar seus segredos, a fazer da imaginação um palco para narrar suas fantasias. Estas atitudes podem ser incentivadas com a leitura de poemas, de romances, entre outros gêneros. Este processo desmistifica o ensino da leitura e da escrita praticada  na sala de aula somente com o intuito de aprender gramática, pelo contrário, incitam os educandos a se lançarem na aventura de se descobrir presente nas frases, nas palavras carregadas de múltiplos sentidos, que antes, para eles carregavam  enigmas, possuíam sentidos não aparentes e, portanto, sem significados e que agora são descortinada perante o entendimento extraído por cada olhar que a fita, olhares recheado de conhecimento de mundo e a cultura de cada um.

Enfim, com as atividades propiciadas pelo projeto, foi possível minimizar grande parte das dificuldades encontradas pelos alunos, os quais apresentavam rejeição pela leitura, o projeto oportunizou aos educandos um  contato significativo com o mundo das linguagens, possibilitando o manuseio de diferentes gêneros textuais, na tentativa de despertar neles o desejo de ser leitor. Essa tentativa surtiu o efeito desejado, pois é possível perceber o ato voluntário pela leitura de livros e textos na vida cotidiana dos educandos.

 

4 Referências Bibliográficas

ALVES. R. O amor que acende a lua. 2008

BAKHTIN, M. (Volochinov) Marxismo e filosofia da linguagem: Problemas fundamentais do método sociolingüístico na ciência da linguagem. (Trad. M. Lahud e Y. F. Vieira) 4 ed. São Paulo: Hueitee, 1988.

BEISIEGEL, Celso de Rui. A qualidade no ensino na escola pública. Brasília: Liber, 2005.

BERTOLD BRECHT. Perguntas de um Operário Letrado. Disponível em  http://www.lusopoemas.net/modules/news03/article.php?storyid=173#ixzz12kGUrpV3 Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives

BRAIT, B. Bakhtin e a natureza constitutivamente dialógica da linguagem. In: BRAIT, B. (Org.) Bakhtin, dialogismo e construção do sentido. Campinas: Editora da Universidade Estadual de Campinas UNICAMP, s.d.

BRUNO, Lúcia. Educação, qualificação e desenvolvimento econômico. In: BRUNO, Lúcia (org). Educação e Trabalho no Capitalismo Contemporâneo – Leituras Selecionadas. São Paulo: Editora Atlas, 1996.

Ferreiro, E. & Teberosky A. A psicogênese da Língua Escrita. Porto Alegre: Artes Médicas, 1986

GADOTTI, M.; FREIRE, P.; GUIMARÃES, S. Pedagogia: diálogo e conflito. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2000.

LETRAMENTO, LEITURA E ESCRITA . Disponível em : http://www.webartigos.com/articles/18622/1/LETRAMENTO-LEITURA-E-ESCRITA/pagina1.html#ixzz12k1Gi1cq

MANOEL DE BARROSRetrato do Artista Quando Coisa, Ed. Record, 1998

OLIVEIRA, Dalila Andrade. A Qualidade Total na Educação: os Critérios da Economia Privada na Gestão da Escola Pública. In: BRUNO, Lúcia (org). Educação e Trabalho no Capitalismo Contemporâneo – Leituras Selecionadas. São Paulo: Editora Atlas, 1996.

SOARES, Magda. Letrar é mais que alfabetizar. In: Nossa língua – nossa pátria. Rio de Janeiro: Jornal do Brasil, 26/11/2000a. Entrevista. Disponível em <http://intervox.nce.ufrj.br/~edpaes/magda.htm> Acesso em: julho de 2005.

__________. Alfabetização e letramento. São Paulo: Contexto, 2003.

__________ Letramento e alfabetização: as muitas facetas. Disponível em: <http://www.anped.org.br/26/outrostestos/semagdasoares.doc> Acesso em: 30 out. 2004.

SOUZA, Sandra Maria Zákia Lian de. Avaliação do rendimento escolar como instrumento de gestão educacional. In: OLIVEIRA, Dalila Andrade. Gestão democrática da educação: desafios contemporâneos. 3 ed. Petrópolis: Vozes, 1997. p. 264-283

VARGAS, Suzana. Leitura: uma aprendizagem de prazer. 4ª ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2000.



[1] Professora do ensino Fundamental e Médio. E. E. “12 de Outubro – Mirassol D`Oeste – MT.  E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

 

 

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